A cidade é suporte?
E de que maneira permite novas práticas
verbais e visuais?

A riqueza iconográfica urbana da contemporaneidade e as novas conexões globais promovem uma revolução visual talvez jamais experimentada em toda a história
da arte. Nas principais metrópoles do mundo, não se discute e promove outra expressão que não a arte que flui, apropria e surge em meio ambiente urbano.
Com a comunicação em rede, a configuração de espaço urbano deixa de obedecer
à cartografia tradicional e passamos a recolher o que as metrópoles
produzem em demasia: imagens.

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DEZEMBRO 2012

A #4: EFEMERIDADES URBANAS
Quando o tempo e o espaço
são colocados entre parênteses: efêmero (FlippingBook)

Revista Urbe #3

A cidade é também tudo aquilo que eu não conheço. Já notou que sabemos tudo sobre o habitat ideal dos gorilas, girafas, chimpanzés e até dos ornitorrincos, mas que quase não temos conhecimento sobre o que seria um bom lugar para o homo sapiens viver?
A cidade é lugar de partida. De retorno. De meio. De tudo e até de um pouco mais. Assim, dizem alguns, confirma-se a hipótese de que cada pessoa tem em mente uma cidade feita exclusivamente de diferenças preenchidas por cidades particulares3. Por vezes, redundantes. Por vezes, coincidentes. O fato é que viver em uma cidade significa habitar o lugar. Ter presente a territorialidade. A maior e mais louvável invenção humana, “o passado, o presente, o futuro”, divide-se por camadas de tempo assimétricas e até em contrassenso. Mas o que é o efêmero?
O tempo que passa? O tempo codificado em registros?
A memória já saturada de informações?


A sobrecapa da #4

Sobrecapa Urbe 31 TrueSouza

Para cada edição da revista é produzida uma sobrecapa com um artista convidado. No dia do lançamento de cada edição, ocorre uma sessão de autógrafos com ele. A edição #3 contou com a obra “Campo Novo” do artista visual Trampo.

Clique na imagem para fazer download.


Lançamento da #4

No dia 29 de setembro de 2012, aconteceu o "4º Encontro Urbe – CULTURA VISUAL URBANA E CONTEMPORANEIDADE : EFEMERIDADES URBANAS" no Teatro do Sesc, em Porto Alegre/RS. O Encontro teve, como coordenador, Vitor Mesquita (Curador Editorial da Revista) e contou com a presença de Letícia Lampert, Casa de Cultura Digital (CCDPOA), Clarissa Eidelwein, Kellen Lazzari e Fabriano Rocha como painelistas. Após o Encontro, os convidados foram recepcionados no Café Sesc para o lançamento da edição número 4 da Revista URBE. Veja, abaixo, algumas fotos do evento.

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SETEMBRO 2012

A #3: FOBIAS URBANAS
Antes arte do que nunca (FlippingBook)

Revista Urbe #3

Da cidade não cairemos. Simplesmente estamos nela. Manter a cidade viva significa habitá-la. Ocupar o espaço vazio para não ser ocupado pelo vazio. Ter a mente aberta para as coincidências urbanas que podem ser poéticas e reveladoras de uma estética da imaginação. É preciso perceber a cidade e seus contornos também como um exercício de olhar para dentro. Será que chegará o dia em que pertencer a uma cidade será estar em casa em todo lugar? Com suas fobias, seus desesperos, convívios e tudo o mais que faz parte de nossas relações entre indivíduos, entre coisas. Por hora, vamos refletir e manter à distância a noofobia, esse medo das formas de pensar. Aqui, padecemos de fobias latentes que tomam a forma de verdade instituída. Assim, praticamos a exclusão para além de nossos corpos e a negação para o nosso entorno renunciando habitar espaços. Nos contentamos em deslocar todas as formas de medo em uma fuga que se mantém no mesmo ponto.


A sobrecapa da #3

Sobrecapa Urbe 31 TrueSouza

Para cada edição da revista é produzida uma sobrecapa com um artista convidado. No dia do lançamento de cada edição, ocorre uma sessão de autógrafos com ele. A edição #3 contou com a obra “Culto à vida” do artista visual True Souza.

Clique na imagem para fazer download.


Lançamento da #3

No dia 29 de setembro de 2012, aconteceu o "3º Encontro Urbe – CULTURA VISUAL URBANA E CONTEMPORANEIDADE : FOBIAS URBANAS" no Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS), em Porto Alegre/RS. O Encontro teve, como coordenador, Vitor Mesquita (Curador Editorial da Revista) e contou com a presença de André Venzon, Bernardo de Souza, Carolina Eidelwein, Daniel Caminha e Luisa Kiefer como painelistas. Após o Encontro, os convidados foram recepcionados no Jardim Lutzenberger, CCMQ, para o lançamento da edição número 3 da Revista URBE. Veja, abaixo, algumas fotos do evento.

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ABRIL 2012

URBE #2: CORES URBANAS
Toda cidade tem sua paleta de cores (FlippingBook)

Capa Urbe #2 Revista Urbe #2

Ao criar o tema CORES URBANAS, nosso objetivo foi o de realizar uma tradução de narrativas do território urbano, da cultura visual e de suas intervenções. Passa pelas etnias, analisa pertencimento, tendência, comportamento e suas relações com a ocupação do lugar e até dos entre-lugares. Um mapa cognitivo construído no espaço público que depende tanto do que cada um faz como daquilo que vive no imaginário das outras pessoas. Numa época de empréstimos e negociações entre várias línguas, entre línguas e imagens, não captamos os significados se não observarmos as acrobacias das palavras e das ações visuais, o modo como deslizam pelas relações daqueles que leem, daqueles que são espectadores e navegam pelo cotidiano. Talvez, as cores urbanas nos sejam reveladas como algo que devemos inventar e não apenas apassivar
pela descoberta inerte.


A sobrecapa da #2

Sobrecapa Urbe #1 TriDenTe

A sobrecapa da edição #2 traz
a reprodução da obra inédita
"Segmento atemporal"
(Acrílica e Aerosol sobre tela, 2012)
do artista visual TriDenTe.

Clique na imagem para fazer download.



Lançamento da #2

No dia 19 de abril de 2012, aconteceu o "2º Encontro Urbe – CULTURA VISUAL URBANA E CONTEMPORANEIDADE : CORES URBANAS" no Santander Cultural em Porto Alegre/RS. O Encontro teve, como coordenador, Vitor Mesquita (Curador Editorial da Revista) e contou com a presença de Daniel Caminha, Leo Felipe, Paula Visoná, Gabriela Silva e Sidnei Schneider como painelistas. Após o Encontro, os convidados foram recepcionados no Restaurante Moeda do Santander para o lançamento da edição número 2 da Revista URBE. Veja, abaixo, algumas fotos do evento.

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DEZEMBRO 2011

A #1: CARTOGRAFIAS URBANAS
Todos os direitos reservados são públicos (FlippingBook)


Revista Urbe #1

O ponto de partida é convergência entre diferentes olhares sobre o urbano contemporâneo. Urbano local. Urbano global. A cultura visual urbana é múltipla e permite leituras subjetivas (ou não) e em todas as direções. Muito mais de conteúdo reflexivo do que de opções decorativas, os textos procuram transportar o leitor ressignificando universos codificados a partir de existências, coexistências e contrariedades.
Em nossas metrópoles, artistas, intervencionistas, em coletivos ou mesmo agindo de forma particular, estão produzindo em continuum. Nosso interesse não é de registro dos acontecimentos, mas de práticas e dimensões sociais. Seja por meio de nossa percepção do espaço/tempo, seja pela mutação dos códigos e das linguagens manifestada em elaborações simbólicas. É a própria cultura visual urbana e contemporânea que se refaz em um processo contínuo de multiplicação e hibridização de meios. Nosso esforço é mais o de interpretante!

A sobrecapa da #1

Sobrecapa Urbe #1 Mateus Grimm

Para cada edição da revista é produzida uma sobrecapa com um artista convidado. No dia do lançamento de cada edição, ocorre uma sessão de autógrafos com ele. A edição #1 contou com a obra “Insanidades” do artista Mateus Grimm.

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Lançamento da #1

No dia 2 de dezembro de 2011, aconteceu o "1º Encontro Urbe – CULTURA VISUAL URBANA E CONTEMPORANEIDADE: CARTOGRAFIAS URBANAS" no Teatro SESC em Porto Alegre/RS.
O Encontro teve, como coordenador, Vitor Mesquita (Curador Editorial da Revista) e contou com a presença de Daniel Caminha, Eduardo Hahn, Flávio Wild, Gabriela Silva e Lucas Pexão como painelistas. Após o Encontro, os convidados foram recepcionados no Café SESC para o lançamento da edição número 1 da Revista URBE. Veja, abaixo, algumas fotos do evento.